eis que a flâmula verde-louro voltou a tremular, os ventos da saudade-matada a faziam tremer forte, nada tão glorioso quanto ver um guerreiro voltar ao lar, pois que viaje o quanto quiser, contanto que volte e esteja sempre disposto a ostentar o lábaro estrelado. e que teus brados ecoem em todas as partes do mundo carregados pelos teus filhos.
2 comments:
uou, não sabia que escrevias tão bem.
impressionada! haha
(não sei se lembras de mim, juliana da tua sala ano passado) .
parabéns!
Fazia um tempãao que eu não entrava aqui..
anywayyyy, eu adoro os teus textos, henri! :)
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