Saturday, January 23, 2010

terra das bananas

eis que a flâmula verde-louro voltou a tremular, os ventos da saudade-matada a faziam tremer forte, nada tão glorioso quanto ver um guerreiro voltar ao lar, pois que viaje o quanto quiser, contanto que volte e esteja sempre disposto a ostentar o lábaro estrelado. e que teus brados ecoem em todas as partes do mundo carregados pelos teus filhos.

2 comments:

J.B Ribeiro said...

uou, não sabia que escrevias tão bem.
impressionada! haha

(não sei se lembras de mim, juliana da tua sala ano passado) .

parabéns!

Unknown said...

Fazia um tempãao que eu não entrava aqui..
anywayyyy, eu adoro os teus textos, henri! :)